quinta-feira, 22 de abril de 2010

LULA VIRA AS COSTAS PARA A REALIDADE BRASILEIRA

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Fundação Lauro Campos - Socialismo e Liberdade
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A dívida e as contas externas
Paulo Passarinho
Na última quarta-feira, 14 de abril, Guido Mantega, ministro da Fazenda, e Henrique Meireles, presidente do Banco Central com status de ministro - "beneficiado" por Lula, em decorrência de acusações que lhe pesam de evasão de divisas, sonegação fiscal e falsidade ideológica - estiveram presentes na Câmara dos Deputados, em depoimento à CPI da Dívida Pública. Conforme era de se esperar, destilaram otimismo. O endividamento não é preocupante. Para o ministro da Fazenda, a dívida líquida do setor público apresenta uma queda nos últimos anos, as taxas de juros foram reduzidas e o prazo dos títulos da dívida ampliados. A própria dívida externa também seria um problema superado, pois o acúmulo de reservas cambiais nos dá garantias de segurança e capacidade de pagamento. Sobraram elogios até mesmo para a política monetária e as suas metas de inflação, com Mantega enfatizando que não sofremos mais a ingerência do FMI e de bancos internacionais na gestão macroeconômica.
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Planejar para resolver
Eliomar Coelho
Como a ponta de um grande iceberg, o alto índice pluviométrico registrado na semana passada apenas trouxe à tona um triste fato: o Rio de Janeiro não conta com um plano para grandes emergências ou com um sistema de alerta para evitar tragédias provocadas periodicamente por conta de grandes chuvas, tão comuns em regiões tropicais.
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A mecânica das águas
Leo Lince
Por acaso, azar ou ironia do destino, o presidente Lula estava no Rio de Janeiro quando o manto da tragédia envolveu a cidade. Tinha vindo para o de sempre (sapatear em palanques), mas a fúria dos elementos naturais estragou-lhe a festa. As obras que veio inaugurar estavam inundadas e, no calvário imenso da comoção coletiva, reduzidas à sua diminuta condição de vitrine.
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Militares pedem ao STF a punição dos torturadores
Carta Maior
Grupo de militares que não apoiaram o golpe de 1964, e por isso foram punidos, consideram que "os crimes comuns e de tortura praticados pelos agentes do Estado e da Repressão durante o regime militar brasileiro são atos absolutamente nulos e impassíveis também de anistia". Os postulantes usam argumentos com base na legislação nacional e internacional para afirmar que a Lei da Anistia não pode provocar um esquecimento artificial dos fatos ocorridos.
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Um tratado indesejável
Mauro Santayana
Com todas as explicações, incluídas as do Itamaraty, em nota oficial, é inconveniente o Acordo Militar que o Brasil está pronto a assinar com os Estados Unidos. Podemos firmar acordos semelhantes com países que podem comparar-se ao nosso, mas não com aquela república. É lamentável que esse tratado seja negociado pelo atual governo.
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A cimeira atómica de Washington
BE Internacional
A conferência que reúne em Washington 47 chefes de Estado e de governo de todo o mundo é o epílogo da primeira fase de afirmação da doutrina nuclear da administração de Barack Obama, considerada a nova versão norte-americana do conceito de "guerra contra o terrorismo". A fase seguinte é a renegociação do tratado de não proliferação nuclear (TNP, de 1970), através da qual, segundo os analistas do Pentágono, os Estados Unidos procurarão consolidar a sua situação de domínio mundial no panorama nuclear militar.
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O império dos banksters (+ Vídeo)
Cuba Debate
Banqueiros bandidos (bankster), assim chamou Ferdinand Pecora, chefe da comissão do Congresso que investigou a grande crise da década de 30, os usurários que se aproveitaram daquela debacle. Assim nomeiam agora alguns críticos os donos dos impérios financeiros norte-americanos, que campearam como máfias na economia desse país.
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Marx e Minsky face à crise
Alejandro Nadal
Quando a economia capitalista entra em crise não é porque uma força externa a golpeia. É porque algo não anda bem internamente. Mas qual poderia ser esse mal-estar endógeno? A pergunta não é trivial: o diagnóstico é fundamental para determinar as medidas para sair da emergência. Hoje predomina a interpretação de que estamos numa crise causada pela desregulação do sector financeiro, bancário e não bancário.
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Cubanos cantam pela pátria em concerto único
PL
Cerca de 500 intelectuais e criadores expressaram seu apoio unânime à Revolução, num concerto único e simultâneo em Havana e Santiago de Cuba, no qual reclamaram o fim do assédio mediático à ilha. Na Tribuna Anti-imperialista José Martí, nas imediações do molhe havaneiro, e na explanada do antigo Quartel Moncada, em Santiago de Cuba, o público, em sua maioria jovem, reafirmou o direito de defender sua soberania e independência.
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Honduras: o perigo de informar a verdade
Carmen Esquivel
Com cinco repórteres assassinados no último mês, Honduras encabeça hoje a lista de países mais perigosos para o exercício do jornalismo, setor fortemente golpeado desde a ruptura da ordem institucional em junho passado. As vítimas pertencem a diferentes meios de imprensa e a distintas regiões do país, e o único ponto em comum até agora é que todos os crimes permanecem impunes.
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