sábado, 26 de fevereiro de 2011

Eduardo Braga&Serafim querem desalojar Amazonino da Prefeitura

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Dizem que antes do carnaval nada acontece no Amazonas. Curiosamente o clima de sucessão do Prefeito Amazonino Armando Mendes já começou. Primeiro foi à investida do Senador Eduardo Braga influindo diretamente na eleição do Presidente da Câmara Municipal de Manaus. Agora foi à vez do Serafim Corrêa aproveitando-se do episódio da Comunidade Santa Marta, tentar no tapetão e com apoio do Dudu, retornar a Prefeitura. Sem Oposição, esse grupo de apoiadores do Governo Dilma, está se engalfinhando para saber quem vai receber a benção da Senhora Presidente na próxima eleição.


Porque não existe Oposição no Amazonas? Essa é uma pergunta que incomoda uma grande parte dos eleitores amazonenses. Infelizmente não é a preocupação dos Partidos Políticos Locais. Os dois maiores Partidos de Oposição ao Governo Dilma a nível Nacional, aqui estão divididos. O PSDB do ex-Senador Artur Neto está na liderança do Prefeito Amazonino Mendes, o DEM está com o Senador Eduardo. Os partidos de esquerda estão em recesso, fecharam para balaço e só voltarão nas vésperas das eleições de 2012.


O pedido de cassação do Prefeito Amazonino Mendes, protocolizado pelo PSB através do Vereador Joaquim Lucena, é uma peça feita a duas mãos: Serafim Corrêa e Eduardo Braga. Os dois têm uma coisa em comum, estão com saudade do poder e querem a qualquer custo, voltar a desfrutar dessa saborosa receita chamada, Orçamento Municipal de Manaus.


Parece que o Vereador Lucena, abriu mão dos seus cargos que vem mantendo na Secretaria Municipal de Feiras e Mercados desde quando era Secretário da pasta, que a seu pedido o Prefeito Amazonino continua a mantendo os mesmos fiscalizando o centro da cidade.


O certo, é que o Prefeito Amazonino montou um Governo composto por auxiliares sem o mínimo de compromisso com a sua conduta administrativa, a começar pela sua acessória direta que intencional veiculou o vídeo que está dando origem ao pedido de cassação pelos seus opositores. É um governo sem rumo e metas, da mesma forma que foi o de Serafim Corrêa. E assim caminha a política Baré!



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