segunda-feira, 6 de junho de 2011

Truculência no Rio de Janeiro: Sergio Cabral está desequilibrado!

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O Governador do Rio de Janeiro Sergio Cabral, mandou a Polícia Militar prender no sábado passado, mais de 2 mil funcionários do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro que invadiram na noite da sexta-feira o quartel central de sua corporação para exigir melhores condições de trabalho e um aumento salarial.

A chamada "tropa de elite" do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar usou gás lacrimogêneo e bombas de efeito moral para invadir o quartel dos bombeiros, em uma ação que não registrou feridos, segundo informaram as autoridades.

No entanto, a deputada regional Janira Rocha, do Partido do Socialismo e a Liberdade (PSOL), que passou a noite com os manifestantes e as famílias que se uniram ao protesto, denunciou a jornalistas que uma mulher grávida sofreu um aborto espontâneo durante a ação policial.

A porta-voz da Polícia Militar do Rio de Janeiro, a coronel Ibis Pereira, indicou a imprensa que cerca de 600 manifestantes foram levados ao Batalhão de Choque, onde passarão por uma inspeção.

O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, convocou os comandantes das forças de segurança do estado do Rio e seus principais secretários para uma reunião emergencial na qual se tratará do assunto.

Na noite da sexta-feira, os empregados do Corpo de Bombeiros forçaram e romperam os portões para entrar no edifício e se concentraram no pátio principal.

Os trabalhadores pedem, entre outras coisas, um aumento salarial de 100%.

Durante o protesto, os manifestantes impediram a passagem de dois caminhões de bombeiros que tentavam sair do parque para atender serviços de emergência.

Algumas das principais ruas do centro do Rio de Janeiro foram afetadas pelo protesto.

As exigências por reivindicações trabalhistas no Corpo de Bombeiros da segunda maior cidade brasileira começaram há dois meses.

Em entrevista coletiva o Governador Sergio Cabral, perdeu a compostura e acusou os bombeiros de vândalos, bastante desequilibrado o Governador deixou a cair sua mascara de tirano dos tempos medievais, preferindo acenar com a truculência, sem acenar com a possibilidade de dialogo com a corporação.

Na verdade, essa atitude do Governador, denuncia sua perda de comando sobre essa corporação, por isso, lança mão de expediente autoritário privilégio que atualmente só era creditado aos ditadores do mundo árabe.

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