quinta-feira, 10 de maio de 2012

A COR DA PELE NÃO GERA INTELIGÊNCIA OU BURRICE!

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Colega desde o dia 4 estive com problemas de conexão em meu roteador. Depois de telefonar para a OI e registrar 27 protocolos, procurar a Defesa do Consumidor e registrar reclamação junto a Anatel, ontem à tarde desmarquei médico para esperar o técnico e finalmente ele apareceu, depois de ter marcado na sexta-feira, no sábado, no domingo, na segunda quando procurei a Comissão de Defesa do Consumidor, terça-feira. Finalmente ontem o técnico da OI apareceu, resolveu o problema da conexão. Um abraço a todos e todas as pessoas que me acompanham aqui pelo facebook, blogs e repercussões que vários amigos virtuais fazem de meus trabalhos.
Agradecido a todos,
Carlos Costa
Http//carloscostajornalismo.blogspot.coM

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Não é a cor da pele que define a inteligência ou não de uma pessoa, mas, mesmo assim, por sete votos contra um, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) consideraram constitucional o Programa Universidade para Todos (Prouni). 
Foi a segunda decisão sobre um programa na área de Educação tomada pelo Supremo no período de uma semana, a outra foi sobre a reserva de cotas raciais em universidades, considerada constitucional por um placar de dez a zero, como se fosse uma partida de futebol realizada dentro do STF. 
Isso todos já sabem; foi amplamente divulgado pela imprensa. 
Que também a sessão fora retomada com o voto do ministro Joaquim Barbosa - que havia interrompido o julgamento em 2008 com um pedido de vista, também todos já sabem ou deveriam saber.
Também já sabem que para o ministro Joaquim Barboza, “a pobreza crônica é fruto da ausência de oportunidades educacionais e que resulta  ainda mais  da falta de mobilidade social”. porque, “não se pode tratar igualmente aqueles que são desiguais”. Isso diz a LIC – Lei de Introdução ao Código Civil, logo em seu início. Não é nenhuma novidade!
Também já se sabe que os ministros Ricardo Lewandowski, não votou, nem Cármen Lúcia, e que Celso de Mello, votou contra essa decisão, mas isso também não é  mais novidade. Novidade foi o que o ministro Celso de Mello declarou durante a leitura de seu voto: 
“Meu compromisso não é com o politicamente correto”. É que o politicamente correto não estava segundo a consciência do Ministro e nem de acordo com a Carta da República, com uma Medida Provisória convertida em lei, atropelando o que seria normal, pois deveria ter se dado através de Projeto Lei apresentado pelo Executivo. O ministro Celso de Mello foi voto vencido, mas deu seu recado em favor de uma Escola Pública de qualidade, com mais vagas nas universidades públicas, com professores mais bem pagos, ensino inclusivo e não exclusivo porque para o Ministro, a Constituição Federal foi totalmente atropelada em nome do politicamente correto, da divisão racial na marra do Brasil, porque o programa de bolsas,  foi uma disfarçada forma de incentivos fiscais indiretos concedidos a universidades privadas por meio de lei ordinária. Isso, também, todo bom tributarista sabe e reconhece!

Em princípio, todos os que votaram contra e a favor estão certos e estão errados também, porque o grupo contrário às cotas raciais provou tecnicamente que   “o programa tem ilegalidades técnicas – como o tratamento inicial do assunto por meio de medida provisória e a alteração indevida no regime tributário – e conceituais, pois as entidades defendem a concessão de bolsas”.
Mais por dez votos a zero, o STF já havia considerado a cota racial legítima porque uniria mais ainda a sociedade já desunida pela mesma razão.
Contudo, o que gera a inteligência mais ou menos apurada em um aluno não é a cor de sua pele, mas seu esforço pessoal, aliado a uma Escola de qualidade que, se juntado à educação inclusiva, abrangente, integrante e determinada dá ao aluno um cabedal de conhecimentos teóricos e práticos à sua vida! Todos nós somos inteligentes até que alguém prove que a pessoa de cor negra, cuja causa é uma pigmentação maior de melanina, a transformará em menos inteligente de que o aluno de cor clara.  Sobre essa sutil diferença, de inteligência inferior até hoje, não há qualquer comprovação científica. 
Por essa lógica do STF, o Ministro Joaquim Barboza, por ser negro, jamais deveria ter chegado a mais elevada corte constitucional do Brasil! Mas não é que se constata, pois o mesmo é de uma inteligência brilhante e reluzente. O seu cabedal não foi sua cor, mas sim sua inteligência e o seu esforço próprio para chegar ao patamar em que chegou.

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