segunda-feira, 4 de junho de 2012

COMO ENTENDO UMA SOCIEDADE JUSTA E PERFEITA

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Uma sociedade só pode ser considerada justa, perfeita e harmônica quando seus membros possuírem educação, civilidade, ética e moral condizentes; quando alguns membros componentes dos aparelhos de Estado não usarem o direito constitucional legítimo de ficar em silêncio, garantidos muitas vezes por liminares; quando investigados em crimes não adiarem suas presenças em interrogatórios; quando membros que representam o Estado não deixam de cumprir suas obrigações e que esse mesmo Estado os legitime também, enfim; quando os “cidadãos da cidade” passem a receber uma retribuição justa aos impostos que pagam, em forma de bons serviços como saúde, habitação, saneamento, educação, tudo se transformando em qualidade de vida digna.

De que adianta o Brasil arrecadar muitos impostos e redistribuí-los mal? De que adianta ter um Brasil rico, próspero, se ainda existe uma população socialmente miserável, vivendo de lixo e sobrevivendo do que cata no lixo?

De que adianta CPMI para os depoentes usarem o “direito Constitucional” do silêncio? Para que adiantam investigações para tudo ser concluído com desculpas e penas leves para aos envolvidos – quando existem!

De que adiantam os aparatos milionários de Estado para cobranças de impostos se não conseguem identificar de forma confiável as movimentações financeiras atípicas, feitas geralmente por pessoas consideradas suspeitas?

De que adianta tudo isso? De nada!

É melhor fechar o Brasil para um balanço, contabilizar saldos, dividendos e devolver tudo ao povo, em forma de serviços prestáveis, livres de corrupções e, depois, começar um novo Brasil, estruturado em balizas sólidas, confiáveis e não com greves de professores por descumprimento de acordos firmados, policiais rodoviários federais presos por se envolverem em contrabando, senador e outras pessoas envolvidas em crimes de quadrilha usando o direito constitucional de ficar em silêncio.

É melhor, para o bem de toda a sociedade brasileira, criar uma nova Constituição junto com a Reforma do Código Penal, harmonizando uma coisa com a outra.

Caso contrário, continuaremos a ver o total descompasso entre a Constituição e o Código Penais, com advogados bons, espertos e contratados a peso de ouro, entre o que é para ser moral e o que alguns membros do judiciário e de outros aparelhos de Estado entendem como ético e moral, com liminares derrubando liminares, delegados não aprovados em concurso público sendo empossados em detrimento dos realmente aprovados. Só pelo cometimento de erros formais e perdas de objeto da causa! Isso aconteceu no Amazonas!

Enfim, muita coisa precisa melhorar no Brasil para ele poder se declarar justo, honesto, sério e confiável! Mas algumas coisas já estão mudando, menos os terríveis embates pré-eleitorais em uma CPMI do silêncio...!

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