domingo, 1 de julho de 2012

De pacote em pacote, o Brasil está sendo embrulhado!

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Por Jornalismo Carlos Costa
De tanto pacote em pacote, crise em crise, o Brasil já está embrulhado para presente, a ser oferecido a alguns poucos setores econômicos em detrimento do que deseja a maioria da sociedade! Foram oito crises econômicas e oito pacotes para setores específicos, com o propósito de alavancar a economia do país, mas com elevadíssimo custo social para todos os contribuintes.

Enquanto empresários dos setores beneficiados aplaudem as medidas, a sociedade exige uma ampla reforma em todos os setores da economia, reduzindo taxas, impostos e tributos sobre produtos da cesta básica, os incidentes nas contas de água, luz, telefone, esgotos, habitação, disciplinando todo o processo de desenvolvimento econômico para o Brasil crescer e distribuir melhor os milionários impostos que arrecada dos contribuintes.

Esses pequenos e pontuais pacotes são necessários, mas não resolvem os problemas gerais da economia em momentos específicos de crises, porque alcançam apenas a alguns setores do mercado em crise.  Com relação à tarifa de esgoto cobrado na conta de água em todo o Brasil: em muitos Estados o valor cobrado pela taxa de esgoto é muito maior do que o próprio consumo da água e, pior, cobrado, muitas vezes, aonde não existe esgoto implantado.

A proposta do novo Código Penal foi entregue por uma comissão de juristas ao presidente do Senado José Sarney, mas a sociedade espera que a votação não se arraste indefinidamente por mais que venha a ser aprovada como está ou com emendas na próxima geração, produzindo seus efeitos ainda para essa geração.

É necessário e urgente adequar as Leis do país a um único código, acabando de uma vez por todas com a farra dos processos intermináveis na justiça, tornando-a mais célere, com menos recursos e definindo claramente os rumos que a sociedade deverá seguir.

Mais não é só a reforma do Código Penal que a sociedade espera: também uma profunda e séria reforma tributária, a melhor distribuição social dos impostos pagos em forma de serviços eficientes nas áreas da segurança, saúde, educação comprometida e de qualidade, professores mais bem pagos, preparados e motivados à enfrentar a violência em salas de aula, praticando a educação inclusiva e não exclusiva como ocorre hoje, com o aluno sentindo tédio ao entrar em uma Escola.

A sociedade quer um novo Brasil. E é para já!

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