quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Omar “joga a toalha”

1 comentários

NCPAM
O eleitorado de Omar Aziz (PSD) está desencantado com o seu desempenho a frente do governo do Amazonas. Esta manifestação resulta da não afirmação de sua liderança como direção política no Estado parecendo invisível no cenário local e nacional. Será que ele jogou a toalha mesmo, optando viver a sombra? Se isto for verdade, o que isto significa para o futuro político do Amazonas? Ou quem sabe, é caso pensado?

Estas e outras perguntas são feitas pelos especialistas que fazem de tudo para “descascar esse abacaxi” e compreender esse fenômeno tanto para o presente como para o futuro. Um dos marcos desse percurso foi a escolha daDeputada Federal Rebeca Garcia (PP) para a prefeitura de Manaus, indicação esta que foi atropelada pelo ex-governador Eduardo Braga (PMDB), deixando Omar Aziz sem chão.

Outro marco significativo foi a demissão do Secretario da Educação, Gedeão Amorim, que se envolveu numa trama política partidária afrontando a legislação eleitoral. Aceito sua demissão, o governo Omar Aziz passou 30 dias para escolher o novo secretário e finalmente, a nomeação não correspondeu à expectativa de sua agremiação por se tratar de uma Secretaria com maior musculatura em todo o Estado.  

Os fatos denunciam certa complacência do governador Omar, em não querer entrar em bola dividida com o senador Eduardo Braga, aceitando, dessa feita, a condição de subalternidade no cenário político local.

Estas e outras condutas fazem pensar que o governador Omar Aziz, realmente, jogou a toalha, cumprindo simplesmente as ordens do ex-governador Eduardo Braga.  Nessa teia política, parece que o governador Omar Aziz está muito mais para os repteis do que para as águias.

Se assim for, as eleições municipais também podem ser uma grande armadilha para Omar Aziz, tornando-se refém de Eduardo Braga por não saber reordenar a política e muito menos garantir confiança e a credibilidade a sua tropa. O que faz com que seja debitado para o ex-governador todo o mérito da política local; os males, por sua vez, serão creditados na história a Omar Aziz, aquele que foi sem ter sido.

1 comentários:

Anônimo disse...

bobagem!

Postar um comentário