sábado, 20 de outubro de 2012

“Livrai-nos de todos os males”

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Os cristãos e as pessoas de boa vontade rogam a Deus para que ilumine seus passos e cheio da graça decidam sobre o melhor, o mais justo e o verdadeiro, livrando-se de todas as mazelas que possam ferir o bem-estar da sociedade regrada pelo valor da fraternidade e da reciprocidade social.

A fórmula canônica completa-se com a máxima litúrgica elevando aos céus suas preces pela redenção dos pecados e desse modo rogam a Deus: “não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja”.

Esta fé se concretiza na vontade geral do povo frente ao projeto político de determinado candidato primando pela transparência e determinação, fazendo de tudo para livrar-se dos males na tentativa de conquistar a confiança do povo e juntos afirmar a partilha do bem, do pão, trabalho e responsabilidade social com práticas de políticas públicas.

Os cristãos e as pessoas de boa vontade, liturgicamente, comungam a partilha do pão, reclamando dos candidatos compromisso com o povo acima de qualquer interesse particular e/ou empresarial, em cumprimento a ética da reciprocidade como medida de todas as coisas.

Para os cristãos a política não é o fim bem diferente de determinados partidos e coligações que se valem de qualquer recurso para destratar o outro na tentativa de se afirmar no contexto da política da terra caída similar as práticas farisaicas marcadas pelo personalismo autoritário, não só dos stalinistas como também dos tiranos que além de se apropriarem da riqueza do povo fazem de tudo para se apoderarem da alma dos cristãos e dos amantes da justiça.

Nessa circunstancia é urgente que a participação e o controle social sejam instrumentos de afirmação da cidadania fazendo valer a vontade da maioria sob a ordem dos valores republicanos como expressão da cultura política local.                

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