sexta-feira, 28 de abril de 2017

Aplausos a Classe Trabalhadora do Amazonas e brasileira

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ESCRITO POR ELESONDE MELO
SEXTA, 28 DE ABRIL DE 2017
DA REDAÇÃO

 1.Quero primeiramente dizer em nome dos editores que, estamos orgulhosos da capacidade de resistência dos trabalhadores e trabalhadoras do Amazonas e de todo o Brasil que, superaram com determinação as pressões do governo e dos patrões, foram firmes na luta por nossos direitos, garantindo o sucesso da GREVE GERAL desta sexta-feira 28 de abril de 2017.

  2. Nós que editamos o blog e a página no Facebook A Lucta Social, parabenizamos a militância aguerrida de todas as categorias que, se empenharam ao máximo para sensibilizar os/as camaradas a paralisarem suas atividades em protesto as maléficas reformas da Previdência e Trabalhista do governo Temer e seus aliados, parabenizamos também a população amazonense e brasileira pela sensibilidade que tiveram em entender e atender a convocação de suas entidades sindicais e populares para, participarem da GREVE GERAL que agora celebramos o seu sucesso.

3.   Tenho certeza absoluta que, muitos Trabalhadores/as, tiveram o privilégio de participar pela primeira vez de uma GREVE GERAL, na verdade são poucas as oportunidades que uma geração tem de testemunhar um momento desse, particularmente eu [Elson de Melo] já havia participado de duas, é uma sensação muito particular, é como se estivéssemos dando um grito de liberdade, um salto para a felicidade que somente quem vive esse momento sabe descrever o quanto é delicioso viver, mas devo confessar que esta GREVE GERAL superou positivamente, todas expectativas de quem acompanha os movimentos de massa.

4.      Camaradas, não fiquem acanhados em propalar o quanto foi e é significante essa grande mobilização, o Brasil, vive um período nebuloso da sua história, onde classe dominante e seus agentes que hora ocupam o governo e são maioria no parlamento, tentam impor ao povo brasileiro, um retrocesso nas relações de trabalho e na previdência, porém, depois de hoje, haverão de refletir sobre suas atitudes canalhas que estão tomando e as que pretendem encetar.  

5.     Termino esse texto usando assa afirmação de Karl Marx que diz; “A GREVE é a expressão mais visível da luta entre o proletariado e a burguesia. Nesse conflito, a greve é a ferramenta usada pelos trabalhadores para reivindicar melhores condições de trabalho e salários.”, para nós, essa agenda do retrocesso que o governo Temer pretende concluir ainda neste ano, entendemos que vamos ter que usar essa ferramenta [A GREVE] outras vezes para impedir que o Brasil volte aos tempos da escravidão. A Luta continua!

Trabalhadores do Brasil, uni-vos.
Viva a Classe Trabalhadora brasileira!

Vida longa aos socialistas.
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GREVE GERAL 28 de abril de 2017: Nota da Redação

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“Nós paramos o Brasil contra as reformas da Previdência e Trabalhista do governo Temer e seus aliados na Câmara e no Senado Federal, Amazonas presente”


NOTA
1. A página e o Blog A Lucta Social cumprem mais uma etapa da sua história na cobertura da GREVE GERAL dos trabalhadores/as que parou o Brasil neste dia 28 de abril do ano de 2017. 

2. Aproveitamos a data para, agradecer nosso leitor e leitora que CURTE, COMENTA e COMPARTILHA nossas publicações, esse gesto faz da nossa pagina um dos mais importantes instrumentos da Imprensa Operária no Amazonas, cujo criador, o camarada Tercio Miranda que liderava as lutas trabalhistas no Amazonas no século passado, nos ilumina há cada etapa da luta dos trabalhadores amazonenses e brasileiros.
 
3. A página e Blog A Lucta Social é versão eletrônico do Jornal A Lucta Social que teve sua primeira edição lançada em 1914 por um tipógrafo anarquista, Tércio Miranda. A segunda fase do Jornal foi em 1924 conforme pesquisa de Luiza Ugarte e Luis Balkar, que em 2004 organizou uma edição Fac-similada da imprensa operária no Amazonas. 

4. A terceira fase contou com um time de peso: o escritor Márcio Souza, Aldisio Filgueiras, Nestor Nascimento, Narciso Lobo, Deocleciano Bentes e José Ribamar Bessa Freire. 

5. A nova forma do LUCTA SOCIAL continua a proclamar a aurora do proletariado, construindo uma nova civilização onde os homens e mulheres sejam livres da opressão, do preconceito, das injustiças onde nossas diferenças sejam apenas as naturais.  

6. Viva os Trabalhadores livres! Viva o socialismo!

Manaus, 28 de abril de 2017.

Os Editores


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quarta-feira, 19 de abril de 2017

Nota da CNBB, OAB e COFECON: "Por uma Previdência Social Justa e Ética"

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DA REDAÇÃO
TERÇA, 19 DE ABRIL DE 2017

No dia dedicado aos povos originários. 19 de abril Dia do Índio. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, a Ordem dos Advogados do Brasil-OAB e o Conselho Federal de Economia-COFECOM, emitiram Nota Conjunta chamando atenção dos Deputados e Senadores da necessidade de uma ampla discussão com o povo brasileiro e suas organizações. Na nota, as três Instituições, pedem uma auditoria na Previdência Social. Leia a Nota.

POR UMA PREVIDÊNCIA SOCIAL JUSTA E ÉTICA

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, a Ordem dos Advogados do Brasil-OAB e o Conselho Federal de Economia-COFECON, conscientes da importância da Previdência Social para o povo brasileiro, e preocupados com a proposta de reforma encaminhada pelo Executivo ao Congresso Nacional, vêm, conjuntamente, reiterar sua posição sobre a Reforma da Previdência-PEC 287/2016.

Nenhuma reforma que afete direitos básicos da população pode ser formulada, sem a devida discussão com o conjunto da sociedade e suas organizações. A Reforma da Previdência não pode ser aprovada apressadamente, nem pode colocar os interesses do mercado financeiro e as razões de ordem econômica acima das necessidades da população. Os valores ético-sociais e solidários são imprescindíveis na busca de solução para a Previdência.

As mudanças nas regras da Seguridade Social devem garantir a proteção aos vulneráveis, idosos, titulares do Benefício de Prestação Continuada-BPC, enfermos, acidentados, trabalhadores de baixa renda e trabalhadores rurais. Atenção especial merecem as mulheres, particularmente na proteção à maternidade.

Sem números seguros e sem a compreensão clara da gestão da Previdência, torna-se impossível uma discussão objetiva e honesta, motivo pelo qual urge uma auditoria na Previdência Social. Não é correto, para justificar a proposta, comparar a situação do Brasil com a dos países ricos, pois existem diferenças profundas em termos de expectativa de vida, níveis de formalização do mercado de trabalho, de escolaridade e de salários. No Brasil, 2/3 dos aposentados e pensionistas recebem o benefício mínimo, ou seja, um salário mínimo e 52% não conseguem completar 25 anos de contribuição.

A PEC 287 vai na direção oposta à necessária retomada do crescimento econômico e da geração de empregos, na medida em que agrava a desigualdade social e provoca forte impacto negativo nas economias dos milhares de pequenos municípios do Brasil.

É necessário que a sociedade brasileira esteja atenta às ameaças de retrocesso. A ampla mobilização contra a retirada de direitos, arduamente conquistados, perceptível nas últimas manifestações, tem forçado o governo a adotar mudanças. Possíveis ajustes necessitam de debate com a sociedade para eliminar o caráter reducionista de direitos.

As entidades infra firmadas convidam seus membros e as organizações da sociedade civil ao amplo debate sobre a Reforma da Previdência e sobre quaisquer outras que visem alterar direitos conquistados, como a Reforma Trabalhista. Uma sociedade justa e fraterna se fortalece, a partir do cumprimento do dever cívico de cada cidadão, em busca do aperfeiçoamento das instituições democráticas.

Brasília, 19 de abril de 2017.


Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB

Ordem dos Advogados do Brasil-OAB

Conselho Federal de Economia-COFECON
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quinta-feira, 13 de abril de 2017

1º de maior de 2017: somos todos mártires do Temer

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DA REDAÇÃO
SEXTA, 14 DE ABRIL 2017

A classe trabalhadora no mudo, há tempos elegeu o dia 1º de maio como dia de luta para celebrar a memorias dos TRABALHADORES mártires de CICAGO que foram assassinados pelo Estado americano quando lutavam pela redução da jornada de trabalho.

Esse ano (2017) a classe trabalhadora brasileira, enfrenta o maior atentado aos seus direitos da história recente do país, praticado por Temer, um presidente ilegítimo que agora manda para seus capachos na Câmara Federal e no Senado aprovarem, as reformas Trabalhistas e Previdenciária que retira direitos dos trabalhadores/as e impõe o aumento da jornada de trabalho, reduz salários e precariza as condições de trabalho, além de inviabilizar os trabalhadores/as de se aposentarem antes da morte por idade.

Nesse 1º de maio – Dia do Trabalhador/a, vamos celebrar os trabalhadores/as mártires do Temer, que vão morrer sem direito e aposentadoria se os Deputados e Senadores, aprovarem essas malfadadas reformas. 

Dia 28 de abril, “Vamos parar o Brasil”! Vamos dizer NÃO AS REFORMAS TRABALHISTAS E PREVIDENCIÁRIA. É hora de união e muita determinação para enfrentar esse retrocesso nos nossos direitos.

Trabalhadores/as do Brasil Uni-vos. 
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segunda-feira, 3 de abril de 2017

Dia 28 de abril: o Brasil vai parar!

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SEGUNDA, 03 DE ABRIL DE 2017

As centrais sindicais estão preparando uma grande mobilização para o dia 28 de abril em todo território nacional, o movimento é de protestos e paralisações contra as reformas do governo Temer, incluindo Previdência, legislação trabalhista e terceirização. "Vamos parar o Brasil" é o tema da mobilização, que ocorrerá às vésperas do 1º de Maio e pretende barrar as propostas em discussão no Congresso, a maioria com votação prevista para o mês de maio.

A frente das mobilizações estão nove centrais sindicais CGTB, CSB, CSP-CONLUTAS, CTB, CUT, FORÇA SINDICAL, INTERSINDICAL, NOVA CENTRAL e UGT. O movimento também é uma demonstração de união das centrais que segundo seus dirigentes, o governo após as a grandiosidade das manifestações do dia 15 de março, plantou notícias sobre suposta negociação relativa a contribuições sindicais na tentativa de "dividir" o movimento.

Uma nota elaborada pelas centrais, onde as entidades "conclamam" sindicatos filiados a convocar suas bases a fim de paralisar atividades em 28 de abril, "como alerta ao governo" de que a sociedade e os trabalhadores não aceitam as propostas de reforma que o governo pretende impor ao país. Para os dirigentes, trata-se de "desmonte" da Previdência e de retirada de direitos garantidos pela CLT. Eles também repudiam a aprovação do Projeto de Lei 4.302, de terceirização, pela Câmara Federal.

NOTA DAS CENTRAIS

Dia 28 de abril
Vamos parar o Brasil

As centrais sindicais conclamam seus sindicatos filiados para, no dia 28, convocar os trabalhadores a paralisarem suas atividades, como alerta ao governo de que a sociedade e a classe trabalhadora não aceitarão as propostas de reformas da Previdência, Trabalhista e o projeto de Terceirização aprovado pela Câmara, que o governo Temer quer impor ao País.

Em nossa opinião, trata-se do desmonte da Previdência Pública e da retirada dos direitos trabalhistas garantidos pela CLT.

Por isso, conclamamos todos, neste dia, a demonstrarem o seu descontentamento, ajudando a paralisar o Brasil.

São Paulo, 27 de março de 2017.

Adilson Araújo
Presidente da CTB
Antonio Neto
Presidente da CSB
José Calixto Ramos
Presidente da Nova Central
Paulo Pereira da Silva (Paulinho)
Presidente da Força Sindical
Ricardo Patah
Presidente da UGT
Vagner Freitas
Presidente da CUT
Edson Carneiro (Índio)
Secretário Geral Intersindical
Luiz Carlos Prates (Mancha)
Presidente da CSP-Conlutas
Ubiraci Dantas de Oliveira (Bira)
Presidente da CGTB

Em todo o país, as direções estaduais das centrais, buscam mobilizar seus sindicatos e federações para se engajarem nessa grande tarefa de sensibilizar a população trabalhadora em paralisar suas atividades no dia 28/04 e ocuparem as ruas em protesto as reformar do governo Temer e seus aliados na Câmara Federal e no Senado.  

Não as Reformas de Temer!

Trabalhadores do Brasil, uni-vos!
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