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segunda-feira, 2 de maio de 2011

Assinaturas para salvar cachoeira Alta do Tarumã.

Meio Ambiente

Água Branca Online

Estamos empenhados em salvar um inestimável patrimônio natural de Manaus. Trata-se da Cachoeira Alta do Tarumã, localizada dentro da Área de Proteção Ambeintal do Tarumã e parte integrante do Corredor Ecológico da Amazônia.

Cachoeira Alta do Tarumã em Manaus
Infelizmente, o poder público e principalmente os órgãos ambientais, que deveriam zelar e proteger a natureza ainda sobrevivente na cidade de Manaus, pecam pela Omissão. Nós podemos fazer a diferença, forçando estas entidades a se manifestar e dizer para que servem.

Floresta do Tarumã em Manaus

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Indígenas Munduruku reúnem-se para discutir hidrelétricas no rio Tapajós

Nos dias 25 e 26 de abril de 2011, em um encontro organizado pela Associação Indígena Pussuru em parceria com o Fórum da Amazônia Oriental (FAOR), cerca de 70 indígenas Munduruku do Alto Tapajós, representantes de 19 aldeias, reuniram-se na Aldeia Saí-Cinza, município de Jacareacanga no estado do Pará, para debaterem sobre os impactos que o complexo hidroelétrico Tapajós/Teles Pires pode causar em seus modos de vidas.

A informação é do sítio do CIMI, 28-04-2011.

Para muitos dos presentes no encontro, a sensação de medo ficou evidente, pois estes temem que, como em outras obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), as comunidades indígenas não sejam ouvidas e que tenham seus direitos constitucionais desrespeitados em benefício do consórcio empreendedor.

Flaviano Akay, da aldeia Trairão, foi enfático ao afirmar que “nós, Munduruku, não queremos de jeito nenhum este projeto, pois irá trazer problemas para nós e nossos filhos”. Osmarino Manhuary, cacique da aldeia Jacarezinho, afirmou que ”nossos pensamentos hão de dizer para o governo que nós somos os primeiros habitantes do Brasil, ue nós somos verdadeiros brasileiros, por isso, não dá para o governo construir seu projeto sem consultar a comunidade indígena”.

Para Francisco Saw, da aldeia Maloquinha, o encontro foi importante porque agora “nós todos estamos cientes sobre a barragem, porque foram mostradas no vídeo as conseqüências do projeto e os problemas que podem existir no nosso futuro”.

Ao invés de barragens nos rios, os indígenas propuseram que o governo traga programas para beneficiar a comunidade em relação à saúde e à educação escolar indígena, já que segundo um dos participantes do evento, “isso o governo não traz para as comunidades”.

Durante o encontro foram exibidos vários vídeos com depoimentos de pessoas atingidas pela usina hidrelétrica de Estreito, no rio Tocantins, além das comunidades que estão sendo ameaçadas com a construção de diversas outras usinas, como Jirau e Belo Monte.

Ao final do encontro, foi aprovada por unanimidade uma carta contendo os principais posicionamentos dos Munduruku em relação às hidroelétricas, que deverá ser encaminhada ao Ministério Público Federal, órgãos governamentais e a toda a imprensa.

fonte: Marquinhos Mota
Humanitas publicou.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Avaaz lança nova campanha contra Belo Monte

Sheyla Juruna a frente de manifestação em Brasília. Crédito: Antonio Bonsorte / Divulgação Avaaz
Semana passada, a Avaaz lançou uma nova campanha contra a hidrelétrica Belo Monte. A petição, que é redirecionada à presidente Dilma Rousseff, pede que ela acate a decisão da Organização dos Estados Americanos (OEA) de suspensão imediata do processo de construção da usina e também que o Brasil invista de energia "verdadeiramente renovável, que não destrói o meio ambiente ou atinge populações vulneráveis". Cerca de 49.290 pessoas já assinaram - a expectativa é, a princípio, atingir 75 mil.

Para assinar a petição, clique aqui. .

Direitos humanos em pauta

Dia 7 de abril a Norte Energia divulgou uma nota de esclarecimento sobre Belo Monte. Afirmou que todas as medidas para mitigar os impactos serão "integralmente executadas", "o que propiciará a manutenção das condições de vida das etnias que habitam a região do entorno da usina". A nota também diz que "povos indígenas da região do empreendimento tiveram livre e amplo acesso ao projeto e aos seus impactos". Esta informação tem sido questionada.

Depois do pedido da OEA, também na semana passada, o Conselho Nacional de Direitos da Pessoa Humana (CDDPH), órgão consultivo do governo, esteve na região do canteiro de obras de Belo Monte. De acordo com Percílio de Sousa Lima Neto, vice-presidente do CDDPH, a visita constatou "ausência absoluta do Estado". Ele chamou o local de "terra de ninguém, com problemas de todas as ordens". A comissão endossa o que tem sido dito por movimentos sociais a respeito da usina: há falta de diálogo entre governo, consórcio e afetados.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Cultivo de cana-de-açúcar diminui as temperaturas locais

Meio ambiente
Produção de cana-de-açúcar
Uma pesquisa publicada pela “Nature Climate Change” mostra como a cana-de-açúcar atua na redução das temperaturas no âmbito local. Comparada com outras culturas, ela reflete mais a luz do sol e a água que ela “exala” é mais fria.

Segundo a avaliação dos cientistas, quando a vegetação original foi substituída por plantações e pastagens, a temperatura subiu em média 1,55 °C. Contudo, quando estes foram substituídos pela cana-de-açúcar, a temperatura caiu em 0,93°C, em média. As medições foram feitas na Região Centro-Oeste do Brasil, onde a vegetação nativa predominante é o cerrado.

“O ponto-chave da pesquisa é que, até hoje, na maioria das vezes em que pensamos nos impactos da mudança climática feita pelo homem, falamos em emissão de carbono, mas há também o impacto direto, que é muito local”, explicou o autor Scott Loarie, do Instituto Carnegie, dos EUA. Apesar de os dados terem sido coletados no Brasil, nenhum cientista brasileiro está entre os responsáveis pelo estudo.

Dentre os efeitos locais, o que mais influencia é o que os cientistas chamam de albedo, que é, grosso modo, a maneira como a luz do sul é refletida.

“Se você cortar todos as árvores da zona boreal – Canadá e Sibéria –, você emite uma grande quantidade de carbono e espera aquecer a Terra. Mas, ao mesmo tempo, as árvores são muito escuras e absorvem muita luz do sol, e isso se tornaria um campo nevado que refletiria a luz. O albedo é mais forte, então você estaria, na verdade, resfriando a Terra”, exemplificou o cientista.

Para Loarie, as discussões sobre mudanças climáticas deveriam levar mais em conta os aspectos globais. “Eu acho que há um argumento forte de que muitas pessoas estão mais preocupadas com como será o clima onde elas moram que com a temperatura média global, que é um conceito abstrato”, argumentou.


domingo, 24 de abril de 2011

Águas do Amazonas e Prefeito Amazonino abandonam Estação de Tratamento de Efluente no Nova Cidade

Meio Ambiente
A empresa Águas do Amazonas S/A, e a secretaria municipal do Meio Ambiente de Manaus - SEMMAS, há quatro anos deixaram abandonado a Estação de Tratamento de Efluente, que fica na rua panamá, numero 287, quadra 31, conjunto Nova Cidade, em Manaus-am, todo o esgoto produzido por pelo menos 30 mil pessoas é lançado no igarapé do passarinho, junto também com o efluente que é produzido no conjunto Francisca Mendes e nas 10 etapas do conjunto Galileia,

O descaso da empresa e a conivência da SEMMAS, é um verdadeiro atentado contra o meio ambiente e o consumidor que paga 80% de taxa de esgoto todo mês na conta de Agua. Enquanto isto. A situação é tão grave que leva muita gente finge que não mora naquele logradouro.

Os moradores mandam um recado ao Prefeito Amazonino ,“Esgoto não é paisagem!!!” e informam que já apresentaram Denuncia na semmas- protc sob o numero 6160/2010 de 12 de agosto de 2010, além de o Ministério Público Estadual ter instaurado um Inquérito Civil (MPE-Am:Inquérito Civil nº 092/10/18ª PRODEMAPH"IC 092/10/18ª PRODEMAPH. Poluição hídrica no Igarapé do Passarinho." Autoridade responsável: Francisco de Assis Aires Arguelles), (Conselho Nacional do Ministério Público: CNMP n° 0.00.000.000496/2011-82.).

Diante da demora do Inquérito e pela total inercia do Secretário do Meio Ambiente Marcelo Dutra, os moradores pretendem em breve ajuizar uma ação na vara do Meio Ambiente, requerendo além da retomada do funcionamento da estação, a condenação da empresa e do Município de Manaus, a indenizarem os moradores por danos moral, material e crime contra a saúde publica.

Ainda como parte dessa mobilização, eles estão solicitando que a população de Manaus, envie seu protesto para a caixa eletrônica da secretaria municipal do Meio Ambiente SEMMAS (e-mail: ascom.semma@pmm.am.gov.br).

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