
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Paraenses do Oeste do Pará articulam Ato contra a discriminação e preconceito praticado por Amazonino

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Câmara Municipal de Belém declara Amazonino Mendes Persona Non Grata
Todos os trinta e cinco vereadores, por unanimidade e sob aplausos, repudiaram e declararam formalmente persona non grata o prefeito de Manaus (AM), Amazonino Mendes (PTB), em documento (na íntegra, abaixo) lido solenemente pelo presidente da Câmara de Belém, vereador Raimundo Castro (PTB), ao final da sessão, nesta terça-feira 22. ‘Grosseiro’, ‘preconceituoso’, ‘mal educado’ e ‘despreparado’ foram alguns dos muitos adjetivos que acompanharam os pronunciamentos.Abel Loureiro (DEM), Otávio Pinheiro (PT), Antonio Vinagre (PTB) e Raimundo Castro apresentaram sucessivamente pedidos de voto de repúdio e de declaração de persona non grata ao prefeito manauara. Todas as solicitações foram transformadas em um só documento manifestando a revolta dos parlamentares com os termos e o tom utilizados por Amazonino Mendes.
Antonio Vinagre (PTB) e Adalberto Aguiar (PT) parabenizaram a Casa pela união demonstrada diante da atitude que foi classificada por todos como um desrespeito ao cidadão e uma afronta ao estado do Pará. "Tenho certeza que o povo amazonense não concorda com isso. Ele (Amazonino) não tem condições de dirigir uma cidade.
Esse tipo de pensamento preconceituoso tem de ser banido", disse Adalberto, para quem a atitude do prefeito também configura discriminação de gênero: "Será que se fosse um homem no lugar daquela mulher ele (o prefeito) teria tido coragem de dizer aquelas coisas?", duvidou.
Na opinião de Evaldo Rosa (PPS), no rastro das manifestações de protesto que estavam sendo feitas em várias casas legislativas, inclusive na Assembleia Legislativa do Estado, o governador Simão Jatene (PSDB) também deveria se manifestar sobre o episódio. Nonato Filgueiras (PV) disse que este seria apenas um dos muitos episódios de discriminação contra pessoas originárias do Pará no Amazonas, onde "chamar alguém de paraense é tido como ofensa pessoal em alto grau". O documento deverá ser enviado à Prefeitura e à Câmara Municipal de Manaus.
MANIFESTO
A CÂMARA MUNICIPAL DE BELÉM, pelo seu Douto e Soberano Plenário, e atendendo aos diversos requerimentos dos Excelentíssimos Senhores vereadores, vem apresentar VOTOS DE REPÚDIO, contra o Prefeito Municipal de Manaus, Senhor Amazonino Mendes, pela sua atitude discriminatória contra o Povo Paraense, quando se referiu diretamente de forma pejorativa a uma cidadã paraense, ofendendo a dignidade e a essência da cidadania e da democracia que a mesma representava.
Tal postura cristaliza gravame às normas constitucionais, consagradas no seu artigo 5º, somando-se à ofensa da dignidade humana, estendendo-se à soberania nacional do Estado Democrático de Direito, causando profundo ressentimento ao Povo Paraense.
Assim, o Parlamento Municipal, por unanimidade, insurge-se com veemência, com o clamor do múnus político, em declarar o Prefeito do Município de Manaus, PERSONNA NON GRATA em face do gravame perpetrado.
Dê-se ciência e ampla divulgação do teor da presente moção.
SALÃO PLENÁRIO VEREADOR LAMEIRA BITTENCOURT, Belém do Pará, em 22 de fevereiro de 2011.
PSOL entrará com ação contra o prefeito Amazonino Mendes, que mandou moradora "morrer"
A senadora do PSOL, Marinor Brito (PA), anunciou nesta terça-feira (21) que irá ingressar com uma representação criminal na Procuradoria Geral da União contra o prefeito de Manaus, Amazonino Mendes (PTB), pelo suposto crime de preconceito e discriminação. Na segunda-feira (21), Mendes se irritou com uma moradora de uma área de risco, na zona norte de Manaus, e discutiu com ela em frente às câmeras. Na ocasião, o prefeito disse “morra, minha filha, morra” depois que a moradora se recusou a sair e questionou para onde ela iria.
Marcos Rota: um pavão no Amazonas

Amazonino um Prefeito desequilibrado e preconceituoso

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
62% de Reajuste Salarial, Salário Minimo de R$826,00
62% DE REAJUSTE SALARIAL, SALARIO MINIMO DE R$ 826,00, JÁ!
PARA ENFRENTAR A CRISE, O SALÁRIO DA CONSTITUIÇÃO E EM CARÁTER EMERGENCIAL UM SALÁRIO MINIMO, AGORA, DE R$826,00
O mesmo reajuste auto concedido pelos políticos.
Se “eles” podem, nós queremos também!
Permanece a luta pela dignidade, pela valorização e reconhecimento do trabalho e dos trabalhadores brasileiros produtores da riqueza social, em meio a esta transição do poder em 2011 que se reforça em suas políticas excludentes e se esforça por manter os trabalhadores amordaçados e acorrentados ao salário miserável que seus pretensos benfeitores lhes atiram o salário como se tratassem animais famintos e indefesos.
BREVE HISTÓRIA DA LUTA OPERÁRIA NO BRASIL
Enganam-se os que pensam que o desprezo com que o Estado brasileiro trata seus trabalhadores é um fenômeno contemporâneo, porque já em 1720, os portuários de Salvador, Bahia, cujo ancoradouro era conhecido na época como “porto do Brasil”, entraram em greve e já lutavam por avanços sociais e trabalhistas, além desse fato, existe também o registro de que em julho do mesmo ano, fundidores de ouro em Minas Gerais declaravam-se em “greve”; de que os alfaiates da Bahia abandonaram o trabalho em 1782; de que em 1791, no Rio de Janeiro, os operários da “Casa das Armas” cruzaram os braços; e finalmente, de que em 1858, tipógrafos do Rio de Janeiro paralisaram suas atividades em protesto contra as injustiças patronais, e por aumento salarial, 1906 é um marco com o surgimento da COB, em Julho de 1917 deflagrou-se a Greve Geral no Brasil, como resultado da constituição de organizações operárias de inspiração anarcosindicalista aliada à imprensa libertária. Esta mobilização operária foi uma das mais abrangentes e longas da história do Brasil. O movimento operário mostrou como suas organizações (Sindicatos e Federações) podiam lutar e defender seus direitos de forma descentralizada e livre, mas de forte impacto na sociedade. Esta greve mostrou não só a capacidade de organização dos trabalhadores, mas também que uma greve geral era possível.
A Constituição Federal de 1934, época do presidente Antônio Carlos, previa, em seu artigo 121, parágrafo primeiro, alínea b, que “a lei promoverá o amparo da produção e estabelecerá as condições do trabalho, na cidade e nos campos, tendo em vista a proteção social do trabalhador e os interesses econômicos do País. A legislação do trabalho observará os seguintes preceitos, além de outros que colimem melhorar as condições do trabalhador: salário mínimo, capaz de satisfazer, conforme as condições de cada região, às necessidades normais do trabalhador”. Em 30-04-1938 foi assinado o Decreto-Lei no 399, com a finalidade de regulamentar a Lei 185, determinando que o Salário Mínimo de cada região e sub-região fosse pago ao trabalhador adulto, sem distinção de sexo, pelo seu trabalho, e deveria ser “capaz de satisfazer, em determinada região do País e em determinada época, as necessidades normais de alimentação, habitação, vestuário, higiene e transporte”.
Porém, é triste constatar que desde a promulgação desta nossa última Constituição, ou seja, dia 05 de outubro de 1988, o texto constitucional nunca foi cumprido.
LUTA POR UM SALÁRIO MÍNIMO COM VALOR REAL
Depois deste breve relato, convocamos a todas as Sessões Estaduais que constituem a COB a integrarem-se na "Campanha Salarial 62% Já!" como parte de recuperarmos a memória dos que nos antecederam, e lembrar que devemos estar focados no cotidiano em nossas lutas históricas. 62% é o índice do auto reajuste dos políticos em Brasília, queremos num primeiro momento este reajuste incorporado ao Salário Mínimo e ao mesmo tempo lutar pelo valor real do salário o qual foi concebido como lei no passado. Hoje o Salário Mínimo deveria ser R$ 2.237,44.
É dever da COB manter esta luta, é dever da COB lutar pela manutenção ativa da Organização, é dever da COB concentrar esforços em amplificar esta campanha salarial, é dever da COB concentrar-se em sua missão sindicalista revolucionária, é dever da COB não perder o foco e concentrar energia em campanhas periféricas que pouco agregam para o Sindicalismo Revolucionário no Brasil. Defendemos a autogestão das lutas, mas 53 milhões de famintos vivendo na extrema pobreza anseiam por respostas imediatas. Este é o Sindicalismo Protagonista que podemos construir juntos. Juntos Fazemos Acontecer!
REDUÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO
PARA 6 HORAS DIÁRIAS
Epidemia de Dengue no Amazonas! Vergonha e dispreparo

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